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ARQUIVO E DOCUMENTOS

 

O arquivo do MAH abriga documentação mantida desde a sua fundação, a qual integra vários fundos documentais. Os de origem cartorária, avulsos manuscritos, impressos, gravuras, fotografias, dentre outros. Toda a documentação possui riquíssimo conteúdo para estudos históricos e sociais, possuindo inclusive uma dissertação de mestrado elaborada a partir das pesquisas realizadas na instituição.

 

Estamos trabalhando no gerenciamento dos objetos do acervo com a finalidade de resgatar, organizar e disponibilizar informações sobre o mesmo. Entre suas atribuições, está a guarda de documentos relacionados com a aquisição e movimentação dos objetos, além de relatórios técnicos, inventários e fichas de catalogação, que são fontes de referência para a produção de novos dossiês.

 

A área atua em colaboração com os setores que trabalham diretamente com os objetos, como é o caso do Laboratório de Restauro e Laboratório de Técnicas Anatômicas, disponibilizando dados para as intervenções que devam ser realizadas. Em contrapartida, desses parceiros chegam informações que complementam a história dos objetos.

 

Para atender com agilidade a todo tipo de demanda interna e externa de subsídios acerca do que se encontra na exposição permanente, na reserva técnica ou em outras localizações, criamos um sistema de gerenciamento do acervo de forma digital, o qual armazena e fornece informações e imagens sobre o acervo. Atualmente estamos alimentando este banco de dados. O tratamento das informações e sua inserção padronizada no sistema contribuem para uma eficiente recuperação dos dados. O seu banco de dados acha-se disponível em rede interna, sendo também acessível ao público. Futuramente, será disponibilizado pela internet.

 

O Arquivo Histórico encontra-se localizado na Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília, Área de Morfologia, sala B2-50/13, Campus Darcy Ribeiro. O atendimento ao público é de segunda a sexta-feira, das 10 às 12h e das 14 às 17h. O acesso é irrestrito, desde que respeitadas as normas de segurança e preservação de seu patrimônio.

 

Para maiores esclarecimentos leiam as políticas e normas do MAH:


 

 

POLÍTICA DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO


O atendimento ao público no MAH será realizado por profissionais de nível superior, estagiários bolsistas e voluntários, por grupos da comunidade especialmente treinados para recebimento de público no Museu, por monitores selecionados entre os alunos de graduação de instituições de ensino superior pública ou particular e por acadêmicos de prática de ensino.


POLÍTICAS E NORMAS PARA ATUAÇÃO NO MUSEU COMO COORDENADOR DE PROJETOS

1.  Os subprojetos, ou projetos de áreas específicas do conhecimento, poderão ser coordenados por professores do ensino superior, ou por técnicos de nível superior de comprovada competência na área, conforme normas vigentes na UNB.

Compete aos coordenadores e participantes dos projetos:

  • Elaborar projeto de extensão para aplicação no MAH, em conformidade com a sua área de atuação, respeitando as normas vigentes na UNB, e ao mesmo tempo, contemplando as necessidades do MAH;
  • Elaborar relatórios periódicos de acordo com as normas da UNB e repassar uma síntese dos aspectos quantitativos e qualitativos para o sistema de banco de dados do MAH;
  • Atuar de forma cooperativa com os coordenadores das diversas áreas temáticas, buscando fortalecer as atividades interdisciplinares e transdisciplinares;
  • Atribuir atividades, orientar e supervisionar a atuação dos monitores e estagiários que estão exercendo atividades acadêmicas complementares, bem como dos estagiários voluntários;
  • Atuar no processo de pré-seleção  e de seleção de acadêmicos e estagiários voluntários para atuação no programa;
  • Programar e atuar como ministrante de cursos de capacitação para monitores, juntamente com outros docentes, estagiários e voluntários;
  • Incluir e excluir participantes sempre que necessário, respeitando as normas da  instituição. 
  • Investigar junto ao público e mediadores as críticas e sugestões direcionadas ao programa; avaliar a pertinência das mesmas e, quando necessário, elaborar e aplicar estratégias para atendê-las;
  • Programar e executar atividades de educação continuada para os monitores, bolsistas,  estagiários e voluntários;
  • Quando necessário, orientar o público durante o processo de visitação ao MAH;
  • Realizar um esquema de revezamento com outros docentes do programa, de forma que sempre haja um docente responsável de plantão que auxilie os monitores e os estagiários na resolução dos problemas emergenciais;
  • Atuar na programação e coordenação de eventos promovidos no âmbito do MAH, sendo obrigatória a participação de todos nos grandes eventos agendados anualmente;
  • Promover e participar do processo de avaliação do desenvolvimento das ações do MAH e do processo de avaliação de monitores, bolsistas e estagiários;
  • Identificar e mobilizar novos docentes sensíveis ao trabalho do programa para que possam integrá-lo;
  • Contribuir para a manutenção da ordem e das condições de funcionamento dos projetos do MAH;
  • Colaborar no trabalho de conservação do acervo e de limpeza e manutenção do Museu.
  • Publicar os resultados de seus projetos em anais de eventos e em periódicos.
  • Encaminhar projetos para órgão de fomento visando melhorias no Museu.


POLÍTICA DE SELEÇÃO DE MONITORES E ESTAGIÁRIOS

  1. Os monitores serão selecionados por meio de avaliação teórico-prática e/ou de entrevista, sendo que na entrevista será considerado o desempenho acadêmico, a capacidade de comunicação e a disponibilidade de horários compatíveis com as atividades de cada projeto;
  2. Os monitores voluntários deverão ter dedicação de no mínimo  4 horas semanais e os monitores bolsistas de acordo com a especificidade de cada projeto
  3. A avaliação terá caráter classificatório, sendo que os primeiros colocados terão prioridade no processo de convocação e de distribuição de bolsas quando houver. Em havendo disponibilidade de vagas para voluntários e interessados em ocupá-las, as mesmas serão preenchidas, respeitando-se a ordem de classificação;
  4. A desistência de um monitor bolsista implicará na nomeação de um substituto constante da lista de classificados. Em havendo classificados  que já se encontram atuando como voluntários por período superior a trinta dias na área em que surgiu a vaga, independente da classificação, o voluntário terá prioridade para convocação;
  5. Se o número de vagas for inferior ao número de voluntários serão utilizados como critérios de seleção:
  • Tempo de atuação como voluntário na área em que houve vacância;
  • Período/semestre que se encontra cursando; 
  • Média global.


ATRIBUIÇÕES DOS MONITORES, BOLSISTAS E ESTAGIÁRIOS 

  • Realizar estudos teóricos e práticos que dão suporte às suas atividades no programa, visando à aquisição de sua autonomia enquanto orientador junto ao público;
  • Acompanhar o monitor, bolsista ou estagiário mais antigo durante o trabalho de orientação ao público e, gradativamente, assumir o trabalho de orientação;
  • Participar das atividades de educação continuada programada por professores;
  • Participar do processo de avaliação do desenvolvimento da programação do MAH;
  • Contribuir para a manutenção da ordem e das condições de funcionamento dos projetos do MAH;
  • Colaborar no trabalho de conservação do acervo e de limpeza e manutenção do Museu.


CARGA HORÁRIA E CERTIFICAÇÃO:

  1. Todos os acadêmicos pré-selecionados que realizarem o curso de capacitação, que precede a classificação para atuação no projeto, receberão certificado de realização de curso de extensão com carga horária de 20 horas, independentemente de sua classificação.
  2. Os mediadores que receberem bolsa integral terão uma atuação semanal conforme previsto em cada projeto específico, que serão cumpridas na sua maioria de segunda a sexta-feira, com possibilidade de escala em sistema de rodízio para atuação nos finais de semana.
  3. Poderão ser selecionados monitores, estagiários ou bolsistas em tempo parcial, conforme previsto em cada projeto específico que deverão ser cumpridas na sua maioria de segunda a sexta-feira, com possibilidade de escala em sistema de rodízio para atuação nos finais de semana.
  4.  Para efeitos de registro e certificação, para cada período de atendimento, manhã ou tarde, serão computados como 4 horas de atividades.
  5. Ao final de cada ano letivo ou por ocasião do desligamento de um monitor ou estagiário que atuou por tempo inferior a um ano será emitido um certificado de participação no programa onde constará a sua categoria, as áreas que atuou e a carga horária total de participação no referido programa constante em controle de freqüência, para que possa ser utilizado com finalidade curricular e, no caso dos monitores, para lançamento como atividade acadêmica complementar.
  6. Semestralmente, a secretaria do  MAH  expedirá declarações onde conste a origem do público que o estagiário ou monitor atendeu e o tema que abordou em cada visita, em conformidade com os relatórios encaminhados pelos monitores, com endosso do professor responsável ou do coordenador do museu.



POLÍTICA PARA ESTÁGIOS DE PRÁTICA DE ENSINO

Instituições de ensino superior que possuem cursos de licenciatura e pós graduação poderão realizar parte das atividades de prática do ensino no âmbito do programa do MAH, como forma de permitir ao aluno o aprendizado do processo informal de educação, aliado a atividades culturais, de lazer e entretenimento que buscam, através do lúdico, cientificamente  fundamentado, despertar no visitante o interesse pela ciência.


NORMAS NORTEADORAS DA ATUAÇÃO DE ACADÊMICOS DE PRÁTICA DE ENSINO

  1. Os professores e alunos de prática de ensino deverão realizar inicialmente um treinamento com 8 horas de duração para se inteirarem da dinâmica das atividades do MAH;
  2. Os alunos serão escalados para atuar nos setores em que houver afinidade com o curso de graduação e pós graduação que estão realizando, ou, nos casos de alunos de cursos de pedagogia, com o tema que o professor de prática de ensino pretende que se exercite e amplie os conhecimentos, podendo, inclusive, o aluno realizar sistema de rodízio, passando por diversos setores ou temas;
  3.  As atribuições dos acadêmicos de prática de ensino serão inicialmente as do monitor, podendo assumir o atendimento ao público, desde que ele próprio, considere que possui esta competência; 
  4. Os professores e acadêmicos de prática de ensino deverão seguir as normas do programa e respeitar as escalas e determinações dos coordenadores de projetos, em especial aquelas resultantes da tomada de decisões em situações de emergência; 
  5. A avaliação do desenvolvimento do aluno de prática de ensino é de competência do professor orientador, ficando à seu critério envolver ou não a participação dos monitores neste processo.